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segunda-feira, 23 de dezembro de 2019

Motu proprio summorum pontificum (Assistir ou não? eis a questão!)


Traduzido da Revista Sel de la Terre, nº 70 (Couvent dela Haye-aux-Bonshommes, 49240, AVRILLÉ – FRANCE).

Na saída da capela, o padre discute com um fiel, Filipe, de 17 anos. Durante a conversa, Filipe conta como se passou o seu último fim-de-semana com amigos da região de Paris. Filipe diz que o grupo escolheu ir à missa dos ralliés²
Filipe: Mas porque este ar reprovador? Não é a missa verdadeira?
Padre: Sem dúvida, a missa é boa. Mas isto não é o principal.
Filipe: Não é o principal? Mas o que é que falta, padre?
Padre: Bem, vou fazer uma comparação. Um licor é uma boa coisa, não é? (Filipe concorda com um sorriso). Pois bem. Mas cada vez que se bebe um licor, não se faz necessariamente uma boa ação (Filipe compreende). Ocorre algo de semelhante com a santa missa. Uma coisa é o fato de a missa ser, em si mesma, uma boa coisa. Mas é preciso também que o assistir a essa missa seja também bom; é necessário que a assistência a essa missa seja uma boa ação.

Matrimônio

CONTRACEPÇÃO?


Os que usam do Matrimônio para ter a relação sexual empregando meios de evitar a geração, cometem um pecado mortal gravíssimo

Enumeremos as razões:

1° É contra a mente de Deus. O ato sexual foi instituído por Deus para a geração.
2° É contra a natureza. A natureza indica o fim da união dos sexos.
3° É contra o matrimônio. No contrato matrimonial faz-se a doação dos corpos em vista da geração dos filhos. 


O Catecismo da Igreja, na sua linguagem enérgica, enumera o pecado sensual contra a natureza entre os "pecados que bradam aos céus e pedem vingança a Deus."

Para se ter uma noção melhor da perversidade, basta considerar que a prostituição ou mesmo a infidelidade conjugal (embora pecados mortais) são menos graves do que ele.

Pe. Alvaro Negromonte, Noivos e Esposos, pág 125.
Não é uma Missa especificamente católica
Dom Antônio de Castro Mayer
13 de janeiro de 1985



 
Pela Fé

Começo de Ano é tempo de bons propósitos. Olha-se para trás, e percebem-se salientes os defeitos e más ações, avolumadas no decurso do ano anterior. Sobretudo os maus hábitos, adquiridos ou consolidados.

Sob o ponto de vista da Fé - o mais importante, porque nos relaciona com Deus e condiciona nosso destino eterno - o ano findo registrou um profundo abalo: - Dogmas, fixados já em definições conciliares, foram simplesmente afastados, ou melhor, negados, na orientação oficial, dada aos fiéis. - "Fora da Igreja não há salvação", afirmou o IV Concílio de Latrão, o de Florença e vários Papas; - "O Espírito Santo serve-se também de outras crenças para encaminhar as almas ao Céu" - ensina, em sentido contrário, o Concílio Vaticano II. - E o grande mestre, como tal considerado na Igreja instalada, é o Vaticano II. Não se enganaria quem disse que, na igreja nova, com o Vaticano II começou ou recomeçou a Igreja de Cristo.

Em tais condições, que antídoto proporcionar aos fiéis contra a heresia continuamente destilada pelo concílio joaneo-pauliano? - É preciso verificar qual a alavanca de que se servem os fautores do Vaticano II, para incessantemente manter presente, atuando sobre os fiéis o espírito novo do Concílio. - Conhecida a alavanca, opõe-se-lhe energia neutralizante.

Ora, a alavanca do Concílio é o "Novus Ordo Missae" de Bugnini-Paulo VI. A base, com efeito, dessa nova Missa solapa a estrutura da própria Igreja. Pois, desconhece a distinção ontológica entre clérigos e leigos. Na nova Missa, todos, padres e leigos, são igualmente sacerdotes, operando conjuntamente o Sacrifício da Missa. É, aliás para isso que se congregam. Leia-se o nº 7 da "Institutio" que precede e explica o Novus Ordo, e se encontra no Missal de Paulo VI. Por isso mesmo, a missa de Paulo VI serve também para os Protestantes. Não é uma missa especificamente católica.

E chegamos ao antídoto contra a heresia que deturpa e elimina a Fé Católica - manter estrita fidelidade à Missa chamada de S. Pio V, e fazer dela a característica do verdadeiro católico.




(Cf. Monitor Campista - 13.01.85)


Fonte: http://www.nossasenhoradasalegrias.com.br/2011/
Eu conservo a Missa Tradicional
Declaração do Reverendíssimo Pe. Calmel, OP
 

Eu conservo a MISSA TRADICIONAL, aquela que foi codificada, não fabricada, por São Pio V. no século XVI, conforme um costume multissecular. Eu recuso, portanto, o ORDO MISSAE de Paulo VI.

 Por quê? Porque na realidade, este Ordo Missae não existe. O que existe é uma Revolução litúrgica universal e permanente, patrocinada ou desejada pelo Papa atual, e que se reveste, momentaneamente, da máscara de Ordo Missae de 3 de abril de 1969. É direito de todo e qualquer padre recusar-se a vestir a máscara desta Revolução litúrgica. Julgo ser meu dever de padre recusar celebrar a Missa num rito equívoco.

 Se aceitarmos este rito, que favorece a confusão entre a Missa católica e a Ceia protestante — como o dizem de maneira equivalente dois cardeais e como o demonstram sólidas análises teológicas — então cairemos sem tardar de uma Missa ambivalente (como de fato o reconhece um pastor protestante) numa missa totalmente herética e, portanto, nula. Iniciada pelo Papa, depois abandonada por ele às igrejas nacionais, a reforma revolucionária da Missa seguirá sua marcha acelerada para o precipício. Como aceitar ser cúmplice?

Quaresma de São Miguel Arcanjo